Medo da Crítica

Algo que sempre atrapalhou meu desenvolvimento foi querer sempre agradar aos outros, me preocupar demais com o que as pessoas dizem e pensam ao meu respeito e não querer ser julgado pelas pessoas, isso é o medo da crítica.

Na prática isso se resume a não expor ideias e opiniões em uma roda de conversa, a não ser com pessoas muito intimas. Não querer chamar a atenção em ambientes com muitas pessoas, não questionar e não debater ideias de outras pessoas, aceitar fazer coisas que eu não gosto para agradar aos outros, não fazer nada diferente do que o que todo mundo está fazendo, não colocar projetos e ideias em prática, ou pior, não ter ideias, viver como um bovino resignado.

O que fazer para vencer esse medo? Beber! Quando a bebida entra em cena eu me transformo, viro outra pessoa. Não me importo com a opinião de ninguém, faço somente o que eu quero, converso, debato e discuto com as pessoas. Me torno um comunicador, dançarino e artista. Com a bebida meus problemas estão resolvidos.

Não, não estão resolvidos. Todos sabemos os diversos malefícios que a bebida traz consigo. A chance de fazer algo de que possa me arrepender depois é muito grande, quase certa, além é claro dos danos causados ao corpo e de que é um vício que acaba com muitas vidas.

Um livro que li recentemente e que traz algumas ideias de como lidar com essas questões da vida é “A sutil arte de ligar o f*da-se” de Mark Manson. Segue abaixo uma pequena citação do livro:

“Ligar o foda-se não significa ser invulnerável, mas se sentir confortável com a vulnerabilidade”

Em outras palavras, as pessoas vão me julgar, criticar, muitas vezes até me ofender. Mas também irão elogiar, apoiar e incentivar. Isso faz parte do ser humano e de viver em sociedade, é preciso aprender a lidar com as críticas. Criticas boas e elogios são um combustível para seguir motivado e continuar no caminho. Criticas ruins e ofensas também servem como combustível para seguir motivado e no caminho.

Só é criticado quem faz algo, que não faz nada, não recebe críticas, mas tem a mesma utilidade do que uma pedra. Eu não quer ser uma pedra! E você? Deixe sua resposta nos comentários. Gostou? Curta, compartilhe com seus amigos e deixe um comentário. Abraços!Criticas - Aristoteles

Uma consideração sobre “Medo da Crítica”

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